quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Quando o pai de uma amiga morre, todos os pais morrem um pouco...Todo pai faz falta, todos os pais se tornam saudosos .
E mais queridos, ai que vazio. ... Sentimos a presença tão amada pulsante em nossas lembranças, na hora que a morte se mostra presente, é tão difícil entender...aceitar, conviver,todos ficam tão tristes, com uma saudade dolorosa.Mas é tarde.
Como um pai faz falta...
Então faça como o pai da Isa ,da Tela e do Tedo:
" o seu Alfredo"
quantos mil anos presidente do Grêmio, de tão festeiro,...
os amparou até o último minuto, por toda a vida, foi tão família!...eu vi: Ele saindo pra buscar o Neto na escola, pra encontrar os amigos, buscar a mulher, encontrar as filhas, trazer o pão, fazer o super mercado,sua coalhada era famosa, quando ele cozinhava , a comida era muito boa.Ganhou muito, perdeu muito, mas viveu com generosidade, anfitrião de primeira, distribuía sorrisos na dificuldade, era uma pessoa respeitada dessas, que farão falta muita, um pai adorável, eu vi. E nem imagino como a Isa e todos devem estar, penso com o coração apertado, todo abraços. E agora?Não sei o que dizer Isa, que quando os pais são presentes como os seus sempre foram, é tão difícil se despedir...Bem, vejo muito dele em voces, nos traços, nas qualidades, nas mensagens que ficaram aqui.Desejo força e coragem... para o agora estamos aí.

Renata Koury

para Isa e família, com amor.

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