Dei
as mãos para os meus medos e disse a eles: obrigada, por me salvar, me
despedindo nos a/braços, alcancei-os comigo e guardei, para que
descansem deste esforço desnecessário agora de seguirem na frente,
guardei dentro.(bem guardadinho:no fundo!)Quando precisar não morrer, eu
chamo!(disse a mim), e fui andando, agora na frente,fazendo de conta
que andava sozinha...O medo anda com a morte, de mãos dadas, todo
dia,distraindo as nossas vidas, horas dentro, horas na frente,
perpetuando-se a cada passado...
Além deste medo inventado existe ainda o medo intrínsico que nos salva de nós mesmos.Este obedeço!
Renata Koury
Além deste medo inventado existe ainda o medo intrínsico que nos salva de nós mesmos.Este obedeço!
Renata Koury
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