sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Dei as mãos para os meus medos e disse a eles: obrigada, por me salvar, me despedindo nos a/braços, alcancei-os comigo e guardei, para que descansem deste esforço desnecessário agora de seguirem na frente, guardei dentro.(bem guardadinho:no fundo!)Quando precisar não morrer, eu chamo!(disse a mim), e fui andando, agora na frente,fazendo de conta que andava sozinha...O medo anda com a morte, de mãos dadas, todo dia,distraindo as nossas vidas, horas dentro, horas na frente, perpetuando-se a cada passado...

Além deste medo inventado existe ainda o medo intrínsico que nos salva de nós mesmos.Este obedeço!

Renata Koury

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