sábado, 28 de abril de 2012

vida comparsa

derrepente os sons ficam mais agudos
e o frio vento da noite geme longo e ferido,espanta...flagela.
a miséria ,a fome
fome de amar de amor saber a vida,e em cada passo ecos
Palavra guardada,palavra cuspida,amargo doce,passado.
medo.sem pintura,a voz da experiência se apresenta cautelosa e pestilenta...(com sua realidade tendenciosa de aconte/cimentos paralíticos)

na solidão me encontro
ví/vida

... lágrima escorre enquanto isso:
vida comparsa vai embora...

Renata Koury

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