sexta-feira, 13 de abril de 2012

zen



Eu não estou mais entre a multidão que assiste o show,
assisto na televisão,confortável,vivo a vida de perigos no cinema,perdi a vontade de estar em todas as festas ,conhecer mais e mais pessoas,vivi muito talvez...
O que quero agora é tão pouco,só não morrer mais de amores,nada demais.
(Do resto sem ser desta dor filha da puta,tanto faz!).
Acordo entre o carinho dos meus bichos,sem hora,sem ser famosa,rica ou educada,nem sei mais se quero muito,nem sei mais o que é querer ter paz.Estou tranquila.Eu e os meus medos,minhas feridas e sombras.
(Sou sol e só.sem tristeza mais minha desesperada,
só experiência que arde e dói,vida cruel,nada demais...)
Vivo este silencio de querer coisas e pessoas,e o que me impressiona,é tão pouco.
E neste mínimo intenso exijo de mim toda fúria,toda fome,toda gana na coleira,amarrada.E esta gama de humanidades vai me arrastando pela vida, pés e entranhas a caminho guiados pelas mãos do desejo...
Não estou com pressa.
Quero ser feliz,um dia,
sendo nada.

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